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Alessandra Campêlo rebate matéria mentirosa e exalta sucesso de sua gestão na Sejel

Fotos: Jimmy Christian


A deputada estadual Alessandra Campêlo, em vídeo postado em redes sociais, alega estar sendo perseguida pelo Governador José Melo, repudia a atitude do governador e relembra sua trajetória na gestão da Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer (Sejel), quando, segundo ela, o esporte amazonense deu um salto de qualidade.

“Deixei a Sejel com a certeza do dever cumprido. Fiz o melhor pelos nossos atletas, paratletas, federações, associações e comunidades da capital e interior. Hoje, porém, o Governo acabou com a maioria dos projetos que funcionaram na minha gestão e, pior, tentam covardemente denegrir a minha imagem como  administradora do esporte. O Amazonas aprovou o meu trabalho. Como hoje sou a principal opositora do Governo na Assembleia, isso incomoda muita gente, mas não vou baixar a cabeça”, afirma Alessandra Campêlo.

A deputada destacou que precisa andar com seguranças armados devido à ameaças do Governo.

Ao Blitz Amazônico, a deputada esclareceu que buscou o melhor para o Amazonas na época em que foi titular da Sejel. Alessandra recorda as inúmeras concessão de passagens aéreas para atletas e paratletas de modalidades individuais e coletivas, a melhoria da infraestrutura para competições, com a reforma e ampliação da Vila Olímpica de Manaus, além da construção de novos estádios para o futebol e destaca o incentivo ao esporte amador, escolar, paralímpico, interiorano e no alto rendimento.

"Passados tantos anos, agora vem um jornal duvidar dos programas da Sejel na minha gestão. Por que não perguntam aos pais dessas crianças se os Centros de Convivência da Família e do Idoso funcionavam ou não?", questiona Alessandra Campêlo. A deputada também destaca a divulgação constante dos atletas na mídia, o que transformou o Amazonas em referência nacional no esporte.

Alessandra Campêlo deixou o cargo no dia 4 de abril de 2014 para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas. Bem avaliada pela população pelo trabalho feio na Sejel, foi eleita deputada estadual com 25.361 votos.

Balanço Positivo:





De acordo com a assessoria da deputada, no biênio 2012/2013, ocasião em que Alessandra Campêlo esteve à frente da Sejel, os atletas do Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (CTARA) obtiveram um aumento de mais de 1000% no número de medalhas.

Os mesmos direitos que tinham os atletas, também tinham os paratletas que treinavam atletismo, natação, tênis de meses e tiro com arco, na Vila Olímpica de Manaus. O local recebeu uma academia adaptada à pessoas com deficiência, apenas para atender a esse público, que ainda podia contar com passagens aéreas, por parte do governo do Estado.


Estádios:

A assessoria informou que, na ocasião em que permaneceu à frente da Secretaria, Alessandra Campêlo priorizou a infraestrutura. Manaus ganhou novos estádios, com início da obra do CT de Ginástica Artística e Rítmica Bianca Maia Mendonça, além da implantação de Academias ao Ar Livre nos municípios de Manacapuru (bairros Terra Preta e Novo Manacá), Iranduba e Novo Airão. A capital Manaus, também recebeu cinco "Academias ao Ar Livre" (Colônia Oliveira Machado, Alvorada, Parque do Idoso e Núcleo 3 da Cidade Nova 2).

Segundo Alessandra Campêlo, sua gestão deixou mais de 100 unidades de "Academias ao Ar Livre", contratadas. "O governo atual engavetou os projetos e prejudicou as comunidades selecionadas", disse ela.

Merece destaque também o crescimento do número de participantes nos Jogos Escolares do Amazonas (JEA’s), além da valorização dos projetos: Vidativa (Terceira Idade), Bom de Bola, Jovem Cidadão e do Programa Galera Nota 10, além da ampliação do atendimento nos Centros de Convivência da Cidade Nova, Mutirão, Santo Antônio, Raiz, Japiim e Aparecida (Idoso).

Alessandra Campêlo lembra ainda que o Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou era referência com o "Projeto Neurofuncional". "O programa era executado por uma equipe multiprofissional, composta por fisioterapeutas, educadores físicos, fonoaudióloga, psicólogos, nutricionista, pedagogos, enfermeira e assistentes sociais."

Segundo a assessoria da deputada, todos esses projetos foram extintos pelos atuais gestores. "Os que ainda existem, como Centros de Convivência, funcionam de forma precária e com servidores recebendo a metade do salário que recebiam na administração de Alessandra Campêlo".

Estatísticas:


Ainda fazendo um balanço dos trabalhos realizados à frente da Sejel, a assessoria informou que só em atendimentos em 2013, por exemplo, foram registrados 755.044 atendimentos.

Interior no Mapa do Esporte:


A assessoria informou ainda que a  interiorização das ações, projetos e programas, foi um dos objetivos da gestão. Segundo as estatísticas da secretaria, Manaus e mais 45 municípios receberam benefícios na área.

Essas cidades receberam atendimentos diversos, como apoio a campeonatos de futebol comunitários, tatames para projetos sociais de jiu-jítsu e outras artes marciais, além de convênios para realização de eventos esportivos e aquisição de materiais esportivos.

Os municípios do interior também foram beneficiados com a construção de Academias ao Ar Livre, ginásios poliesportivos e Centros de Esportes e Lazer (CREL’s).

Outra iniciativa do Governo foi a implantação de 20 núcleos do Projeto Bom de Bola no interior (e mais 30 na capital), a expansão do Projeto Vidativa (Terceira Idade), os atendimentos do Projeto Várzea de Lazer, a criação da Caravana da Juventude e a adesão ao Programa Esporte e Lazer na Cidade (PELC), fruto de convênio entre os governos Federal e Estadual.

       Projetos Sociais e Valorização dos atletas:

Divisor de águas: Um fato que Alessandra Campêlo lembra como considerado o divisor de águas de sua gestão à frente da Sejel, ocorreu no dia 1 de março de 2013. Segundo a deputada, ela e sua equipe tomaram conhecimento de que as crianças de um projeto social de jiu-jitsu que funcionava no Parque dos Buritis, Zona Norte de Manaus, treinavam sobre um papelão.

Para ela, uma cena triste, mas que mudaria o olhar do governo em relação à estrutura do esporte praticado nas comunidades. E, para resolver o problema, no Parque dos Buritis, o governo doou um tatame. As crianças do projeto também ganharam inscrições para participar de campeonatos oficiais.


"A partir desta ação, o Governo do Amazonas passou apoiar centenas de atletas e professores de jiu-jítsu, com doação de material esportivo e apoio às competições locais. Hoje o governo virou as costas para os projetos sociais de todas as modalidades. E pior, ainda acusam Alessandra Campêlo de ter doado tatames, quimonos e materiais esportivos para os mais carentes. Ajudar o esporte é proibido? O certo é realizar grandes eventos para os clubes de fora? É realizar pelada milionária com dinheiro público?", finaliza Alessandra Campelo.















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