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Prefeitura e Ministério Público do Trabalho tentam nova negociação com rodoviários e Sinetram

Nesta sexta-feira, 1º/6, terminou em impasse mais uma rodada de negociação para tentar pôr fim na greve dos rodoviários, que está paralisando o transporte de passageiros há três dias em Manaus. Mediado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-AM) e com participação da Prefeitura, a rodada teve início às 10h e foi encerrada por volta das 18h pelo procurador do Trabalho Jorsinei Dourado do Nascimento, sem entendimento entre as partes. Os pontos de impasse referem-se ao abono nas faltas referentes aos dias parados na greve, à compensação de horas extras e feriados somente por acordo de convenção coletiva e ao recuo nas ações judiciais contra o sindicato dos trabalhadores.


Mesmo considerando que as propostas do Sinetram não atendiam os rodoviários, o presidente do Sindicato dos Trabalhares do Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), Givancir Oliveira, afirmou que levaria, ainda na noite desta sexta-feira, os encaminhamentos da reunião à categoria para deliberação.

Na reunião estavam presentes representantes do Sindicato dos Rodoviários, do Sindicato doas Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) e Prefeitura de Manaus por meio da Procuradoria-Geral do Município (PGM), Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman) e Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).

Apesar do apelo do procurador-geral do município, Rafael Albuquerque, para que a greve fosse desmobilizada, para que se iniciassem as negociações, o presidente do sindicato dos rodoviários Givancir Oliveira garantiu “que não desmobilizará o movimento enquanto os pleitos não forem atendidos”, conforme registra a ata da reunião, em desobediência a duas decisões judiciais que determinam o restabelecimento da regularidade de transporte coletivo.

“A população de Manaus não pode ficar refém por essa atitude deles. A Prefeitura de Manaus está tomando todas as medidas possíveis, buscamos todas as tutelas possíveis para garantir o direito da população”, afirmou Albuquerque.

O procurador do trabalho, por sua vez, afirmou que até agora agiu como intermediador na negociação entre as partes envolvidas, agora deverá atuar como fiscal da lei, mas não quis adiantar quais as medidas que adotará. “Estamos estudando as medidas cabíveis”, disse Dourado.

Texto: Divulgação / Semcom

Fotos: Alex Pazuello / Semcom

Um comentário:

  1. ESSA NOVELA PRECISA ACABAR, O POVO NÃO PODE PAGAR PELO ERRO DOS POLÍTICOS...

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