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De olho nas eleições 2020, grupo A crítica, almeja a prefeitura de Manaus


O grupo A crítica, que pertence a família Calderaro, tentava há anos emplacar um nome para comandar a política no Estado do Amazonas. Foi assim que durante anos prepararam o apresentador Wilson Lima, que tentou em 2016, mas não conseguiu chegar a prefeitura. 

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Dado o momento conturbado em que o Estado do Amazonas vivia em 2018, com governador cassado, governo tampão e o ressurgimento das cinzas de Amazonino Mendes, chegava a hora do projeto ousado do grupo empresarial se concretizar com a eleição do jovem e inexperiente apresentador assumir o poder.

 Wilson Lima surfou na onda de mudança trazida pelo presidente Jair Messias Bolsonaro e soube aproveitar o momento de fragilidade da população e foi eleito passando pela primeira vez na história do Estado a marca de 1 milhão de votos no segundo turno.

Não é novidade pra ninguém, quem manda hoje no governo e isso é ventilado aos quatro cantos do Estado, é o grupo A crítica que tem hoje como presidente, o neto do seu fundador Humberto Calderaro, Dissica Calderaro, o "Dissiquinha" como é conhecido.

O plano ousado de Dissica, é encaixar o novo fenômeno da Tv local, Clayton Pascarelli em alguma chapa como vice, ou quem sabe até candidato a prefeito caso o desempenho de Wilson Lima melhore. A viabilidade desta candidatura, está completamente condicionada ao desempenho de Wilson Lima. Caso o governador não melhore e recupere sua populariade, as coisas complicam para os planos do grupo A Crítica.

Clayton tem sido orientado a seguir a linha de ataque a prefeitura de Manaus e consequentemente ao prefeito Arthur Virgílio. É visível a estratégia politica adotada para desgastar o chefe do poder municipal. Do inicio ao fim do programa Alô Amazonas, apresentado por Clayton, é ataque em cima de ataque e boa parte da população já percebeu o palanque político montado pela emissora para Clayton.

PROBLEMAS DENTRO DO GRUPO

O que tem gerado um certo desconforto e até discussão dentro do grupo, afirmam pessoas próximas a eles, é que dentro disso tudo há o interesse do vice-governador e atual chefe da casa civil do Estado, Carlos Almeida e também do Secretário de Educação Luis Castro, já que ambos tem pretensões de sentar na cadeira de prefeito de Manaus.

Wilson Lima está perdido e em um grande dilema, aceitar quieto e passivo a decisão do seu patrão Dissica Calderaro ou soltar o grito de liberdade e escolher entre Carlos Almeida e Luis Castro. Há a possibilidade de um acordo que talvez se concretize que é o lançamento da candidatura de Carlos Almeida ou Luiz Castro a prefeito tendo como vice na chapa, o apresentador Clayton Pascarelli, o que seria a saída melhor para Wilson. Que não está mais aguentando a pressão de todos os lados dentro do próprio grupo.

Mas como foi dito anteriormente, isso tudo depende de que a popularidade de Wilson suba. Caso o governador não recupere sua popularidade, ficará complicado subir em qualquer palanque, o que no português claro, seria uma "queimação de filme" para qualquer candidato e é isso que está preocupando "Dissiquinha", que quer a qualquer custo tomar a prefeitura para ter o controle de ambos poderes.

Vamos ver como se desenrola esse laço. As eleições do ano que vem já começaram e aqui no Blog da Amazônia você fica por dentro dos bastidores.

Fonte: Blog da Amazônia

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