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Pais de alunos do CMPM II prometem ir as ruas fazer manifestação contra o descaso na Educação

Insatisfação é o que está inserido no coração de pais de alunos do CMPM II, que fica na Max Teixeira, Cidade Nova, (Manoa) Zona Norte de Manaus. 

FOTO: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO


Triste com o que vem acontecendo em todo Amazonas, pais de alunos estão organizando uma manifestação em frente à Escola Estadual Marco Antônio Villaça II, na próxima sexta-feira (10) em busca de solução. 

“Estamos praticamente há 25 dias sem aula para os nossos filhos, isso é um absurdo, nossos filhos estão sendo prejudicados, muitos, farão ENEM e PSC, os livros que compramos são caríssimos, e os professores, não irão conseguir transmitir todo o conteúdo”, disse uma mãe que não quis se identificar. 

Pela manhã o PORTAL BLITZ AMAZÔNICO, foi procurado por alguns pais para denunciar a situação que está cada vez mais lamentável, afirmaram que estão sendo obrigados a fazer essa manifestação, principal objetivo, chamar a atenção do poder público e pedir ajuda ao Ministério Público, para possível solução. 

“Estamos divididos, existem um grupo de pais que está contra o governo e não fazem nada e outro grupo que está a favor dos professores, afinal, eles merecem respeito e dignidade, acrescentou a mãe do aluno. 

Isso é uma vergonha, quase um mês sem aula, é preciso que haja alternativa, o governo precisa resolver esse impasse, sentar com a classe e pagar o que eles têm direitos. Disse o vigilante Augusto que tem dois filhos e estudam em escola pública. 

Entenda o caso. 

Aproximadamente 25 dias os professores entraram em greve, a greve se intensificou quando a própria classe convocou mais profissionais para aderirem o movimento. 

Alguns municípios do interior do estado compraram a briga e vestiram a camisa contra a falta de respeito com o profissional da Educação. 

No início das negociações o governador Wilson Lima, prometeu 3,9%, mas os profissionais não aceitaram a migalhas oferecido pelo estado. Outra contrapartida do governo é que o aumento poderia chegar a 4,7%, e novamente a classe não aceitou. 

O impasse continua, os professores exigem respeito e dignidade por parte do poder público, os pais estão indignados com a situação, e os alunos estão se sentido prejudicados, podendo perder o ano letivo, o governo diz que não pode ceder às pressões, por ser um ato inconstitucional. 

O fato é que o caso precisa ser resolvido, os diretos precisam ser exercidos e os alunos precisam voltar as aulas, com a palavra a SEDUC. Deixamos abertos o PORTAL BLITZ AMAZÔNICO, para ouvir a versão do Secretário. 

E agora quem é culpado, os professores que se sentem desvalorizados, os alunos que estão prestes a perder o ano letivo ou o governo que não cede?

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

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