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EDUCAÇÃO - Alunos da rede municipal participam de eventos voltados à programação e inovação tecnológica


Aproximadamente 50 alunos das escolas municipais Nova Vida e Edinir Telles Guimarães participaram na manhã deste sábado, 15/6, do 3º Scratch Day e do 2º Festival de Invenção e Criatividade realizados, simultaneamente, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no auditório da Faculdade de Ciências Agrárias. 

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

A Prefeitura de Manaus tem reforçado o uso da tecnologia para auxiliar a educação de estudantes da rede pública.

O evento contou a participação da secretária municipal de Educação, Kátia Schweickardt, da subsecretária de Gestão Educacional, Euzenir Araújo, da coordenadora da Gerência de Tecnologia do município, Aldemira Câmara, e de representantes do Projeto Procurumim, além do secretário de Estado de Educação e Qualidade do Ensino, Luiz Castro, e do reitor da Ufam, Sylvio Puga.

O Scratch Day é um evento global que tem a finalidade de celebrar o Scratch (Linguagem de Programação Visual) e reúne pessoas ao redor do mundo para somar conhecimentos, inventar e reinventar diferentes projetos e aprender novas técnicas. 

A ferramenta ensina aspectos de Linguagem gráfica de programação que possibilita a criação de histórias animadas e interativas, além de jogos, simulações e músicas. O software é voltado a adolescentes e crianças a partir de 8 anos de idade.

“Essa ação vem somar com nossas atividades e temos a obrigação de fortalecer essa linguagem tecnológica na formação dos nossos alunos e no projeto ensino-aprendizagem. Por isso, é fundamental participar mais uma vez do Scratch Day. Parabenizo o reitor da Ufam, professor Doutor Sylvio Mário Puga, e os professores envolvidos neste evento inspirador e importante, que se consolida como uma estratégia verdadeira de reposicionar a educação do nosso município”, disse a secretária da Semed, Kátia Schweickardt.

A programação contou com oficinas, exposição de projetos na área de tecnologia apresentados por alunos e professores da Ufam e de empresas privadas parceiras da ação, mesas-redondas e palestras que estimularam debates sobre o uso da tecnologia, da criatividade e da inovação no ensino público, além de conceitos de internet na educação e ainda estandes que aguçaram a curiosidade do público presente.

O público do evento foi formado por alunos participantes do projeto Casa da Física, da Ufam, alunos de ensino básico das escolas públicas e particulares do município, além de gestores escolares, professores e pais de estudantes. 

“O evento é, na verdade, uma festa da criatividade, onde estão sendo trabalhadas múltiplas tecnologias, particularmente com programação Scratch Day, mas também outras atividades que não necessariamente sejam ligadas ao Scratch Day, quer dizer, atividades criativas que permitem ao aluno desenvolver sua criatividade. 

Então, podemos dizer que se trata de uma atividade recheada de mostra interativas e da consolidação de conhecimento que busca estimular a criatividade de alunos e professores”, explicou umas das organizadoras da ação, Mariza Cavalcante.

As duas escolas da Semed levaram aproximadamente 50 alunos com faixa etária entre 8 e 14 anos. Depois da abertura, os estudantes foram conhecer os estandes, as oficinas e projetos da programação. 

Para a aluna Evelyn Thamires, 8, do 3º ano do ensino fundamental da Escola Nova Vida, zona Norte, o dia foi bastante proveitoso. “Eu gostei muito do meu dia, porque tive a oportunidade de aprender um pouco mais sobre robótica no estande do lego e curiosidades do sol em outro estande. 

Achei bem legal”, disse Evelyn, que participa do clubinho do Procurumim na escola, projeto que trabalha a iniciação do estudo da programação e robótica na rede municipal.

A aluna Railane dos Santos Castro, 13, do 8º ano da Escola Edinir Teles, zona Leste, também usa o Scratch Day para aprender a lidar com a robótica de uma forma mais atrativa. “O ‘Scratch Day’ me ajudou a entender o real sentido sobre robótica, porque antes eu não sabia nada sobre o assunto. 

Achava até que robótica só tinha haver com robô, ou seja, nem passava pela minha cabeça que estudo da robótica é muito mais amplo que montar ou fazer um robô", observou.

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