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Inteligência Emocional: É possível reprogramar o cérebro para resolver conflitos do dia-a-dia, afirma especialista amazonense


Saber controlar as próprias emoções para enfrentar os desafios diários, seja no trabalho ou na vida pessoal é um dos grandes desafios da humanidade. 

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

No Amazonas, muitos trabalhadores, vivem sem reconhecer suas fraquezas, desconfiam da própria emoção, não consegue enxergar o outro, não sabem o que querem, são inconstantes, segundo análise clínica da psicóloga e master coach, Cintia Lima. 

Ela explica que muitas vezes, o profissional possui uma enorme habilidade técnica, mas deixa a desejar no relacionamento com seus colegas de trabalho, e tudo pode desmoronar. “Ele pode até ter uma entrega de excelência nas suas tarefas e resultados, mas a falta de inteligência emocional prejudica o enfoque total nas suas responsabilidades, o que acarreta diversos problemas na empresa e também prejudica sua carreira”, destacou. 

A base da inteligência emocional é o autoconhecimento e a auto-observação o tempo todo. Só depois disso, se consegue lidar com as próprias emoções para ter relacionamentos melhores e mais saudáveis, seja no âmbito pessoal quanto no profissional.

Para mudar, a psicóloga destaca que é preciso em primeiro lugar aceitar e acreditar na reprogramação do cérebro. “Entendendo que há uma inteligência superior, acima do conhecido, que está dentro de nós, mas dormindo, só é preciso acordá-la”, declarou.

De acordo com Cintia Lima, o segundo passo neste caminho para se reprogramar consiste em se reinventar, ou seja, pensar em como você gostaria de ser, tanto no plano físico quanto no mental ou espiritual, transformar as crenças limitantes em fortalecedoras e criar uma nova realidade para sua vida.

A master coach explica que durante a infância é onde a maior parte das crenças são formadas e elas são responsáveis pela forma de pensar, agir e sentir das pessoas, sendo determinantes para o sucesso de cada um. “Imagina só uma criança crescendo com suas crenças fortalecidas, o resultado disso é a potencialização de competências e habilidades da criança para sua educação, seu lado emocional e a relação com amigos e família", destacou. 

Quanto as pessoas que estão no mercado, ela enfatiza que é possível mudar. E finaliza explicando que hoje a comunicação ficou mais frequente por mídias digitais e que nesta ação acabou perdendo a expressividade da linguagem corporal, gestual e oral, desaprendendo a ler sinais emocionais do outro, além de se tornarem menos empáticos, faltando a esta geração, sobretudo, autoconhecimento, para o despertar pessoal e profissional.

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