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Wilker protocola requerimento solicitando nomeação dos aprovados de 2018 da Seduc e destaca interior do Amazonas

O deputado estadual Wilker Barreto (Podemos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para anunciar que protocolou nesta segunda-feira, dia 02, um requerimento solicitando à Secretaria de Estado da Educação e Qualidade de Ensino (Seduc) a apresentação do cronograma de nomeação dos concursos aprovados no Concurso de 2018.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Através da comissão de Educação, o Líder de Minoria quer que a Seduc cumpra a portaria nº 489/2019, que obriga a pasta a apresentar um cronograma de chamamento dos 4.758 candidatos aprovados no certame e dê um posicionamento para o restante de aprovados. Até o momento, somente 312 nomes foram convocados para nomeação e posse.

“A Seduc realizou concurso público em 2018, homologado em março deste ano, disponibilizando 7.495 vagas para os cargos de Nível Superior, Assistente Técnico e Merendeiros. Em junho, a pasta designou 4.758 candidatos classificados para a Comissão de Posse e procedimentos lotacionais, mas a convocação não aconteceu. Precisamos saber quando isso vai acontecer e os motivos do atraso”, destacou Barretto.

Interior do Amazonas

Ainda na tribuna da Assembleia, Wilker Barreto citou sobre as ações do Governo no interior do Amazonas, afirmando que a Casa precisa ter conhecimento das atividades feitas nas cidades.

“O povo precisa saber o que realmente vai para o interior com essas ações do governo. Eu acredito que deveriam e precisam ser ações impactantes, estruturantes porque para mandar identidade em qualquer município do Amazonas, não precisa ir o Governador”, cobrou Wilker, lamentando ainda que apenas uma parte do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Desenvolvimento do Amazonas (FTI) seja destinado aos municípios.

“É lamentável saber que apenas 10% do FTI estão indo para o interior. Os recursos já são deles, em vez de R$ 70 milhões, imagina os R$ 800 milhões indo para o turismo e infraestrutura das cidades? O Governo trata o interiorano como esmola, o fundo já é do interior. Os governos passados se apropriaram de forma errada e equivocada, é verdade. Mas o momento de fazer coisa séria é agora, o passado infelizmente não volta mais”, disse Barreto.

O parlamentar cobrou as necessidades da escola indígena Elécia Metchacuna, que fica na comunidade Umariaçu 2, e denunciou o atraso nas obras do Centro de Educação de Tempo Integral de Tabatinga.

“Há quatro meses, denunciei que a escola Elécia não tem energia nem água e já se passaram oito meses de Governo. É um verdadeiro crime deixar aproximadamente 300 alunos matriculados estudarem no escuro. Outra questão foi o lançamento do CETI Tabatinga, que recebeu R$ 400 mil do Wilson Lima em março para o início das obras, mas seis meses depois, está tudo parado. Não avançou em nada”, revelou Wilker.

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