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Conservadores britânicos veem vantagem sobre trabalhistas diminuir para 7 pontos

LONDRES (Reuters) - O Partido Conservador do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, viu sua vantagem sobre o opositor Partido Trabalhista para a eleição de 12 de dezembro encolher durante o final de semana, mostrou uma pesquisa de opinião da ICM para a Reuters nesta segunda-feira.

Premiê britânico, Boris Johnson, em Wrexham
Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

O apoio aos conservadores recuou um ponto e ficou em 41%, enquanto os trabalhistas ganharam dois pontos e chegaram a 34%. Os liberais-democratas, pró-União Europeia, estacionaram em 13%, e o Partido do Brexit perdeu um ponto e ficou em 4%.

A ICM, que entrevistou 2.004 pessoas pela internet entre 22 e 25 de novembro, disse que para partidos que não estão disputando todas as cadeiras, como os liberais-democratas e o Partido do Brexit, só deu aos entrevistados a chance de apoiar aqueles que concorrem em seus distritos eleitorais.

A empresa também perguntou aos eleitores se permitiriam um novo referendo sobre a independência escocesa do Reino Unido nos próximos cinco anos se fossem o premiê – 40% disseram que sim, 42% que não e 18% não souberam dizer.

Johnson descartou outro referendo escocês, mas diz que, se os trabalhistas vencerem a eleição do mês que vem sem obterem uma maioria parlamentar, eles concordariam com um plebiscito no ano que vem em troca do apoio do Partido Nacional Escocês.

O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, disse que não permitiria um referendo durante ao menos dois anos.

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