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Com sexo virtual, atriz pornô diz que triplicou faturamento na quarentena



A premiada atriz pornô Dread Hot, 24 anos, pertence a um dos raros segmentos profissionais que puderam tirar vantagem do isolamento social imposto pela pandemia do covid-19. Ela diz que, como camgirl (garota da câmera, que cobra para fazer sexo virtual) triplicou seu faturamento. "Não tenho dados concretos, mas observo pelo número de clientes que passaram a entrar por hora. Isso aumentou extraordinariamente", afirma.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Com apenas dois anos vendendo sexo virtual, ela amealhou 837 mil seguidores em seu canal do youtube (QG da Dread), 657 mil no instagram e 131 mil no twitter. Dread conta que a média que as moças recebem na plataforma onde ela faz "camming" (se apresenta virtualmente) é R$ 2,40 por minuto, mas tem de deixar uma porcentagem para o veiculador. Em geral, ela se apresenta com o marido, o ator Alemão, mas, dependendo da vontade do freguês, ela aparece sozinha.

Na edição de 2019 do prestigiado prêmio Sexy Hot, considerado o "o oscar do filme pornô" pela industria nacional do gênero, Dread ganhou três troféus: "Melhor Cena de Sexo Oral"; "Melhor Cena Homo Feminina"; "Melhor Atriz Hétero".

Fase muito sapatão

Precavida, ela acredita que o momento é de otimizar o confinamento, já que "uma hora a crise vai vir". "Agora tá incrível. Todo mundo fechado em casa, querendo socializar...o ser humano é sociável, né? Mas se a quarentena se prolongar por muito tempo, o dinheiro da galera vai acabar..."

Na entrevista abaixo, ela fala como evoluiu profissionalmente em tão pouco tempo, até chegar a ter uma produtora de filmes pornô "gourmet" e poder escolher os filmes que faz, os atores com quem contracena, o figurino, a iluminação, "tudo". Embora só tenha contracenado com o marido, ela diz que seu début com outro ator está para ser gravado. "Era para ser em março, mas adiamos, claro." De qualquer maneira, ela diz que está em uma "fase muito sapatão", preferindo filmar com mulheres.

Fonte: Uol

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