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Felipe Neto recebe apoio de Ciro Gomes após youtuber criticar Bolsonaro e relembrar ‘ódio ao PT’

Em seu perfil do Twitter, o influenciador Felipe Neto respondeu as críticas após expor seu posicionamento político atual.

Felipe Neto
Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO


O youtuber reiterou as críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ressaltou que não se tornou petista, “mas estudei mais a fundo e aprendi muita coisa”. Com a declaração, Neto ganhou o apoio de Ciro Gomes (PDT).

“Sim, no passado eu nutria um ódio pelo PT que era sobrenatural. Sim, no passado, ao ser confrontado pela pergunta ‘Bolsonaro ou Lula’, eu disse que não votaria num corrupto, logo só sobrava o Bozo (na época). Mudei, [me] arrependi, corrigi e lutei contra Bolsonaro no 1° e 2° turnos”, publicou o youtuber.

Apesar de relatar a mudança, o influenciador disse que não se tornou apoiador do Partido dos Trabalhadores (PT).

“Continuo não sendo eleitor do PT até hoje, mas estudei mais a fundo e aprendi muita coisa, principalmente sobre o mantra ‘mais razão, menos emoção’. Jamais escolheria qualquer político alinhado com a filosofia de Bolsonaro, sob nenhuma hipótese, qualquer que fosse o adversário”, ressaltou.

“Eu esperava ver ataques da direita, mas pessoas de esquerda desencavando vídeos de ANOS pra tentar impedir que eu ajude contra o bolsonarismo? Bizarro. É esse o motivo dessas pessoas só repelirem os outros e não conseguirem simpatia. Se isolam e depois não entendem porque perdem eleições”, concluiu.

Após a publicação, Ciro Gomes elogiou a postura do youtuber e aproveitou para cutucar os apoiadores de Lula e Bolsonaro.

“Quero dar um abraço em Felipe Neto! A sujeira corrupta do lulopetismo junta (que surpresa!) com o Bolsonarismo boçal, estão com suas máquinas podres agredindo o jovem brasileiro. Fique firme! Este é o melhor sinal de que vc está certo”, tuitou Ciro.

“Se estes picaretas tivessem algum argumento sério não teriam ido nas eleições últimas junto com Renan Calheiros e Eunicio Oliveira (dirigentes do Senado onde o impeachment de Dilma foi votado)”.

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