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Josué apoia pautas de Bolsonaro para Amazônia e diz que bioeconomia e geração de empregos vão melhorar a vida do povo amazonense

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Josué Neto (PRTB) afirmou, nesta quarta-feira (23) que as pautas do presidente Jair Bolsonaro para a Amazônia em torno do desenvolvimento da biotecnologia, bioindústria e bioeconomia, que envolve a reformulação do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), vão gerar empregos e melhorar a vida do povo do Amazonas. Josué disse ainda que o indígena, o ribeirinho e o caboclo não prejudicam o meio ambiente.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

“Desde que o Bolsonaro assumiu usam a Amazônia para atacar o seu governo. Onde estavam os socialistas e comunistas que passaram 13 anos no poder e não viram dívida social com o povo amazônida? Falar da Amazônia virou modinha, enganação. Quem acaba com a floresta são os grileiros, os ilegais. O indígena só planta para subsistência. O ribeirinho também. O Brasil tem como resolver os problemas sociais dos Amazônidas com emprego. Oportunidade para o cidadão sustentar sua família e ser próspero”, disse Josué Neto.

Ainda de acordo com o parlamentar, o Governo Federal já deu vários sinais de como melhorar a vida do povo do Amazonas: plantação de milho para produzir etanol (álcool) em áreas de várzea ou áreas já degradadas; exploração do gás natural que não prejudica o meio ambiente; bioindústria; dentre outras pautas que estão sendo desenvolvidas pelo Governo Federal.

“Só aí já são quase 100 mil novos empregos. O resto é querer aparecer. Atestar o problema sem apresentar solução. Quer pagar dívida social de amazônida? Oferece oportunidade de trabalho que não prejudique o meio ambiente. Tá aí a solução. Dinheiro no bolso do cidadão. Internet não é serviço público, é privado. Energia elétrica idem. Saúde e Educação se faz melhor com dinheiro no bolso. O povo quer emprego. Emprego é iniciativa privada. Se não entender isso, tem que sair da política”, concluiu o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas.

CBA

Na última semana, o vice-presidente da República, General Hamilton Mourão disse, em reunião virtual na Câmara dos Deputados na última semana, que o Governo Federal já está trabalhando para desenvolver a bioeconomia na Amazônia e uma das estratégias passa por transformar o CBA em fundação, para que o órgão possa captar recursos da iniciativa privada e taxas que já são colhidas das indústrias. 

"A bioeconomia na Amazônia passa por mapeamentos de todos os produtos que nós temos lá (no Amazonas): açaí, castanha, cacau, óleos vegetais (babaçu, andiroba, buriti). Existe toda uma gama de produtos e precisamos trabalhar em três vertentes: uma de financiamento e infraestrutura, buscar fontes e aí temos recolhimento de taxas das indústrias que estão estabelecidas na Zona Franca de Manaus e a partir daí aportar esses recursos do Centro de Biotecnologia da Amazônia, que nós estamos já buscando transformar em uma fundação de direito público-privado, de modo que passe a ser um centro de pesquisa e desenvolvimento", disse Mourão.

Atualmente o CBA é vinculado à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

ONU

A declaração de Josué Neto foi uma reação aos ataques contra Bolsonaro pelo discurso feito na abertura da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) em defesa da Amazônia. Bolsonaro afirmou que o Brasil é vítima de uma campanha de desinformação sobre queimadas na Amazônia e Pantanal. Segundo o presidente da República, a Amazônia Brasileira é riquíssima e instituições internacionais estão apoiando campanhas difamatórias contra o Brasil a fim de comprometer sua economia. 

Tecnologia 5G

Bolsonaro disse ainda que o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem a soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.

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