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Sessão para votar prorrogação da CPI da Saúde é encerrada, inesperadamente, na ALE

A sessão plenária desta terça-feira (29) foi encerrada de forma inesperada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), deputado Josué Neto (PRTB), deixando os demais parlamentares surpresos.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

A reunião terminou antes das 9h40 e durou cerca de 12 minutos. “Senhores deputados, não havendo mais inscritos no Grande Expediente, este está encerrado. Seguimos para a Ordem do Dia. Não havendo quórum, a reunião está encerrada e convoco todos para amanhã (quarta-feira, 30), no horário regimental”, disse o presidente da Casa Legislativa.

A decisão de Josué Neto surpreendeu os demais deputados. “Já encerrou a sessão?”, perguntou uma deputada. “Encerrou mesmo, a sessão?”, questionou outro parlamentar.

Na sessão desta terça-feira estava prevista a votação do requerimento que solicita a prorrogação, por mais 60 dias, dos trabalhos de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde. Sem a votação, os trabalhos foram encerrados, como explicou o presidente da CPI da Saúde, Delegado Péricles (PSL).

“Nós aguardamos, por mais de uma semana, a votação do pedido da CPI para a prorrogação (dos trabalhos) por mais 60 dias. Nós estávamos pedindo para trabalhar mais, investigar mais. Infelizmente não conseguimos e hoje se encerra o prazo. No período da tarde iremos apresentar o relatório final dos trabalhos”, disse Péricles.

Membro da CPI da Saúde, o deputado Wilker Barreto (PSL) lamentou a ausência dos parlamentares que, segundo ele, mesmo com faltas contínuas, continuam recebendo salário de R$ 25 mil por mês.

“Como é que uma Casa Legislativa, do tamanho da Assembleia (ALE), há três sessões não consegue formar quórum? Isso é um desrespeito e todo mês recebem salário. Qualquer trabalhador normal quando falta o trabalho e não justifica tem seu dia descontado. Porque aqui não?”, indagou Wilker.

Fonte: D24AM

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