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Até o mês de agosto deste ano, os três maiores Prontos-Socorros do Amazonas, João Lúcio, 28 de Agosto e Platão Araújo, atenderam 6.962 vítimas de acidentes de trânsito, gerando para o Estado um custo de R$ 1,6 milhão com internações, cirurgias e outros procedimentos. 

Esses acidentes respondem por boa parte das internações hospitalares e pela maioria dos atendimentos de urgência e emergência das unidades, gerando altos custos sociais, como cuidados em saúde, perdas materiais e despesas previdenciárias, além de grande sofrimento para as vítimas e familiares.

“O custo humano é muito mais elevado do que de fato a parte financeira que a gente acaba acentuando. Sendo dez vezes maior com os traumas para as famílias, as sequelas graves dos pacientes que nunca mais vão voltar a trabalhar, falar ou poder ter uma vida tranquila normalmente”, destaca o secretário executivo Adjunto de Atenção à Urgência e Emergência, Moab Amorim.



Até o mês de agosto deste ano, os três maiores Prontos-Socorros do Amazonas, João Lúcio, 28 de Agosto e Platão Araújo, atenderam 6.962 vítimas de acidentes de trânsito, gerando para o Estado um custo de R$ 1,6 milhão com internações, cirurgias e outros procedimentos. 

Esses acidentes respondem por boa parte das internações hospitalares e pela maioria dos atendimentos de urgência e emergência das unidades, gerando altos custos sociais, como cuidados em saúde, perdas materiais e despesas previdenciárias, além de grande sofrimento para as vítimas e familiares. 

“O custo humano é muito mais elevado do que de fato a parte financeira que a gente acaba acentuando. Sendo dez vezes maior com os traumas para as famílias, as sequelas graves dos pacientes que nunca mais vão voltar a trabalhar, falar ou poder ter uma vida tranquila normalmente”, destaca o secretário executivo Adjunto de Atenção à Urgência e Emergência, Moab Amorim.

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