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Justiça pede prisão preventiva de homem que espancou mulher

O crime ocorreu em junho deste ano. O agressor Carlos Samuel Freitas Costa Filho chegou a prestar depoimento, mas foi liberado por não haver mandado de prisão no momento.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

O pedido de prisão, segundo o MP-BA, se justifica “na necessidade de resguardar a ordem pública, considerando-se a gravidade da conduta concreta (exacerbada violência empregada) e a condição reincidente do autor do fato.

A delegada responsável pelo caso informou que Carlos Samuel tem outros oito registros por agressão, ameaça e cárcere privado cometidos contra mulheres.

Em nota, ele afirmou estar arrependido e que está ciente que vai enfrentar as “reprimendas judiciais” e que “está pronto para cumprir a punição de acordo com a Lei”.

Segundo o jornal Correio, a vítima que aparece nas imagens prestou depoimento à polícia e afirmou que vivia uma “relação conturbada” com o agressor, mas que eles tinham terminado o namoro.

Meta a colher, sim! Saiba como denunciar violência doméstica

O Brasil é o 5º entre os países com as maiores taxas de violência doméstica contra mulheres. Casos como esse que aconteceu em Ilhéus são, infelizmente, diários. São cerca de 900 mil processos desse tipo tramitando na justiça brasileira e 23% deles são pedidos de medidas protetivas de urgência.

Por conta disso, é um consenso entre juízes, promotores e defensores públicos a importância da denúncia. Como especialistas, eles concordam que as queixas funcionam como um freio inibidor da violência e, sendo assim, pode impedir o mal maior: o feminicídio.

Segundo o ditado popular, brigas entre casais devem ser ignoradas por terceiros. Mas vale lembrar que muitos dos casos de violência doméstica não são denunciados pela vítima por inúmeros motivos. Medo ou falta de informação inclusos. Então, meta a colher, sim! Qualquer pessoa pode – e deve – dar queixa desses casos.

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