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Marcos Mion abre o jogo sobre crise no casamento com Suzana Gullo: - Quem ama fica

Após 15 anos de casamento, Marcos Mion contou para Astrid Fontenelle, no canal no YouTube da apresentadora, que está redescobrindo sua relação com Suzana Gullo, principalmente por conta da convivência na quarentena em meio à pandemia do coronavírus.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO 

- A gente passou o início todo da pandemia sem ter uma briga, uma discussão. Quando ainda estava naquela onda de as pessoas dizerem como está sendo em casa? Está sendo duro, difícil?, a gente olha e falava: Vamos manter do jeito que está porque estamos bem demais. Parece que a gente estava numa saudade tão grande, pela loucura que é a minha vida. A gente se redescobriu de uma forma muito bonita. Aí depois de um tempo, obviamente, vieram as brigas e as tretas para todo mundo. Só que eu e Suzana temos um combinado, que conseguimos transformar em certeza ao longo de todos esses anos: a gente não vai se separar. A gente vai resolver. Seja o que for, a gente vai resolver. Então, quando a gente briga, é com um pouco mais de paz porque a gente sabe que não vai escalonar para um negócio de então, saí de casa, acabou. Não vai chegar a esse ponto. Já chegou. Em outras épocas, outras vezes. Todo mundo já teve crises. Eu sempre falo que eu e ela já tivemos todas as crises. Tem crise dos dois anos? Tivemos. Crise dos quatro? Tivemos. Crise da Lua? Tivemos. Tivemos todas. Mas a gente sempre optou pelo amor. A gente sempre optou à noite por continuar junto, disse ele. 

Mion ainda falou sobre a decisão em permanecer no casamento mesmo após algumas crises:

- É difícil isso hoje em dia para um casal jovem, que se conheceu bem jovem, ficou junto muito cedo. Com um filho autista, o primeiro filho. Seis meses depois que a gente se conheceu, veio um filho com autismo. Não foi uma linha reta e tranquila. A gente teve muitos declives, desníveis. Muitas provações. Mas que eu considero como presentes que a vida nos deu. Porque, se a gente não tivesse tido esses presentes ou subido esses degraus, a gente não teria chegado a essa maturidade. Teve uma coisa que falei outro dia que acho que faz muito sentido. A gente estava muito feliz. Aí olhei assim e falei: "Está vendo? Se a gente tivesse desistido no ano cinco, no ano oito, no ano dez, no ano 12, em qualquer ano, a gente não teria chegado ao ano 15, que foi quando parece que tudo se encaixou. A gente está num momento assim... E eu falo que vale a pena você persistir. Amar, para mim, é ficar. Quem ama fica. Ir embora é muito fácil. Ir embora qualquer um vai. (...) O que a gente passou como casal nos deu uma outra visão um do outro. A gente tem um encaixe hoje muito bonito. Eu sinto que ele hoje é inquebrável, aconteça o que acontecer.

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