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Sthefany Brito conta experiência do pós-parto: 'Amamentar está dolorido. Vontade de chorar'

Sthefany Brito contou aos seguidores como tem sido seus dias como mãe de primeira viagem. A atriz, que deu à luz no último dia 1º, recorreu às redes sociais para falar sobre algumas questões que vem enfrentando. "Estou aqui no melhor lugar do mundo e também o mais desafiador. Acabei de amamentar e estou aqui na luta, porque ainda está muito difícil e dolorido. Vontade de chorar, mesmo! Não está sendo nem um pouco fácil. Com toda ajuda que tenho tido fico pensando que acho que já teria desistido se não fosse o suporte que tenho recebido", disse na madrugada desta quarta-feira (11).

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Sthefany Brito conta experiência no pós-parto

Segundo Sthefany, os conselhos que ouve de outras pessoas nem sempre são reconfortantes. "Escuto todo mundo dizer: 'Acredita, vai passar'. E no desespero a vontade é de perguntar: 'Que dia? Que horas exatamente?'. Sim, parece o fim do mundo! Parece que nunca vai passar. Que nunca vai parar de doer a cada pega dele no meu peito. Viajo até a lua e volto! Eu queria muito esperar passar para vir aqui contar minha experiência e no final também dizer: 'Acredita, vai passar!'", comentou a mulher do empresário Igor Raschkovsky, com quem foi fotografada deixando a maternidade.

Atriz conta como tem se sentindo após dias tão intensos

Sthefany destacou também que existem outras mulheres passando pelo mesmo drama que ela. "Enfim, aqui tem sido uma mamada de cada vez (um dia já é muita coisa!). Que venham mais 10 e mais 10 e que no final eu sei que chegamos juntos (a mãozinha segurando meu dedo) a linha de chegada e eu vou colocar a medalha nele e em mim!", completou a artista, que já posou com o filho recém-nascido, mas escondeu rosto de Antonio Enrico.
Artista desabafa sobre romantização da gravidez

Durante a gravidez, Sthefany criticou a romantização em torno da maternidade. "Demorei muito pra começar a aceitar e falar das minhas dores, porque era como se isso parecesse que eu não amasse meu filho. E me sentia muito culpada. Hoje, consigo olhar com mais empatia para mim e respeitar a mulher que já existia aqui antes da mãe. E também com amor e carinho para esse corpo que está passando por tantas transformações e também está 'tentando se entender'. Passei a olhar com muito respeito a todas as mulheres que dizem que odiaram ficar grávidas. Ouvi isso de amigas muito próximas, que hoje são mães maravilhosas. Nem todas tem a experiência de uma gravidez leve e tranquila. E merecem ser respeitadas da mesma maneira que aquelas que passam por uma gestação sem sentir uma dor, um enjoo que seja".

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