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Senadores apoiam ato de jogadores que saíram de campo após caso de racismo

Em protesto contra o racismo, jogadores dos times de futebol Paris Saint-Germain (França) e Istambul Basaksehir (Turquia) protagonizaram um momento histórico em uma partida, nesta terça-feira (8), válida pela última rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

As duas equipes abandonaram o campo durante o primeiro tempo, após ofensa racista do quarto árbitro romeno Sebastian Coltescu contra Pierre Webó, ex-atacante e membro da comissão técnica da equipe turca.

Os senadores aproveitaram as redes sociais para prestar apoio à postura dos jogadores. Para Leila Barros (PSB-DF), a Liga dos Campeões viveu um momento histórico para o esporte.

“Que sirva de exemplo da luta contra o racismo nos campos e nas arenas esportivas no Brasil e no mundo”, disse Leila.

“Parem com a estupidez do racismo. Tem que dar um basta, e hoje os jogadores dos dois times deram o exemplo. Esse 8 de dezembro é para entrar para história e não parar por aí. Basta de racismo, chega”, publicou Paulo Rocha (PT-PA).

Os senadores Diego Tavares (PP-PB) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) observaram que a atitude dos jogadores revela um exemplo de combate ao racismo.

“Triste com o ocorrido e feliz pela atitude coletiva. O jogo de hoje do PSG ficará marcado na história”, disse Diego Tavares.

“Vimos uma aula de combate ao racismo no jogo”, declarou Kajuru.
Para Fernando Collor (Pros-AL), nenhum ato de racismo deve ser tolerado. “Os jogadores do PSG e do Istanbul Basaksehir estão de parabéns por abandonar o gramado após um insulto racista”, afirmou.

Rogério Carvalho (PT-SE) também aproveitou as redes sociais para parabenizar os jogadores. “Racismo é crime, denuncie”, enfatizou o parlamentar.

Já Randolfe Rodrigues (Rede-AP) declarou que a partida se tornou histórica pela atitude dos atletas contra o racismo. Segundo o senador, “o silêncio não é uma opção. Racistas não passarão”.

Investigação

Após a suspensão do jogo, a Liga dos Campeões da Uefa (União das Federações Europeias de Futebol) anunciou a abertura imediata de uma investigação sobre o ocorrido.

Nova partida será disputada nesta quarta-feira (9), às 14h55 (no horário de Brasília), com outra equipe de arbitragem.

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