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COVID-19: Ocupação de leitos de enfermaria em BH chega a nível vermelho

Belo Horizonte registrou nesta quarta-feira (13/1) crescimento na taxa de ocupação de leitos de enfermaria para pacientes com o novo coronavírus. De acordo com levantamento divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, a porcentagem atingiu pela primeira vez em 2021 o índice vermelho, considerado o mais perigoso, com 70,5% de ocupação dos leitos desse tipo. No boletim passado, a taxa era de 69,1%. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, 71,8% dos 857 leitos de enfermaria do Sistema Único de Saúde (SUS) estão ocupados. Na rede suplementar, 68,9% da oferta de 620 leitos estão sendo usadas por pacientes.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Quando somada a capacidade dos hospitais públicos e particulares, o total de leitos é de 7.298 para o tratamento de COVID-19 e de outras enfermidades – 73,1% estão ocupados.

Por outro lado, embore continue alto, o índice de ocupação de leitos de UTI nesta quarta-feira teve leva queda: ficou em 85,7%, 0,6% a menos que o registrado no boletim da terça (12/1). Na rede pública, 83,6% dos 292 leitos estão ocupados para tratamento de COVID-19. Já na rede particular, 87,7% dos 293 lugares disponíveis para internação estão sendo usados. 

Belo Horizonte registrou nas últimas 24 horas 13 mortes e 1.709 novas pessoas infectadas com o vírus. O total de óbitos já passa de 1.975 e o de casos, 72.955.

O boletim aponta que 65.255 pacientes estão recuperados da doença e outros 5.725 continuam sendo acompanhados em casa ou nas unidades de saúde. 

A taxa média de transmissão por infectado (rt) subiu de 1,05 para 1,06 nesta quarta. Isso quer dizer que 100 pessoas podem infectar outras 106 neste momento.

O isolamento social na capital mineira é de 45%, com últimos dados divulgados na segunda-feira (11/1). 

Mortes por região 

A região de BH com mais mortes por COVID-19 foi a Noroeste, com 262. Já a Oeste foi a que concentrou o maior número de infectados, com 1.159 casos.

Dos óbitos pela doença, 1.106 são homens e 869 mulheres. Das vidas perdidas, 83% (1.639) são de pessoas acima de 60 anos e 14,7% (291) estão entre 40 e 59 anos. Ainda há 2,2% (44) entre 20 e 39 anos e 0,1% (1) entre 10 e 14 anos.

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