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Criança de 6 anos entra com braço quebrado em hospital e sai morta; Veja, o Ministério Publico deve intervir no caso

O pequeno Saimon Gabriel Freitas Neri da Costa, de apenas 6 anos, estava internado no Hospital Regional de Manicoré com o braço quebrado

Foto: Divulgação / Blitz Amazônico

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) iniciou nesta quinta-feira (25) um procedimento para investigar o caso do pequeno Saimon Gabriel Freitas Neri da Costa, de apenas seis anos de idade, que foi morto no Hospital Regional de Manicoré, distante a 332 quilômetros da capital.

A família do menino afirma que ele foi vítima de negligência médica. Saimon estava internado na unidade hospitalar com o braço quebrado, ele estava bem, mas precisava ser transferido para Manaus.

No entanto, o médico S.S.M, que trabalha como clínico geral na unidade hospitalar, decidiu endireitar o braço do garoto por conta própria. Segundo a família, ele aplicou três anestesias em Saimon e morreu no hospital no dia 20 de fevereiro por volta das 21h.

O promotor de Justiça, Vinícius Ribeiro de Souza, relatou que o caso, além de ter sido noticiado em vários veículos de comunicação, teve grande repercussão em Manicoré.

A Prefeitura de Manicoré e a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) têm o prazo de 15 dias para dar esclarecimentos sobre o caso.

Justiça

Os familiares do pequeno Saimon estão revoltados com a situação. Sandy Freitas Pantoja, mãe do garoto, relembra quando ele morreu.

“Meu filho não teve nada grave, estava muito bem e brincando. Ele pedia muito para sair do hospital, todos sabem que a saúde dele era boa. O médico matou meu filho nos meus braços, vi quando matou meu filho”, relembra.
O sepultamento de Saimon foi marcada por muita emoção – Foto: Divulgação

A tia do menino, Adrieida Rebouças, de 31 anos, disse que a família pede respostas e o caso não deve ficar impune.
“Colocaram no atestado de óbito que ele morreu vítima de parada cardíaca, mas isso foi consequência do procedimento feito pelo médico. Estamos muito abalados com tudo isso, o Saimon era um menino forte, saudável e alegre. Nós queremos respostas”, reitera.

O caso foi registrado no 72° Distrito Integrado de Polícia (DIP) e segue em investigação por parte da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

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