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Adolescente filma o próprio estupro e denuncia padrasto em SP

O que seria uma relação de padrasto e filha, virou um pesadelo. Segundo dados de dezembro de 2020 do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o número de violência doméstica e sexual contra crianças e adolescentes cresceu brutalmente com a pandemia e 75% corresponde a estupro.

Foto: Ilustrativa/ Blitz Amazônico


Uma adolescente de 14 anos filmou o padrasto enquanto ele a estuprava. Tudo o que ela queria era provar que vivia a violência sexual dentro da própria casa há pelo menos seis anos, em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

A menina decidiu que denunciaria o homem, de 44 anos, somente quando tivesse em mãos provas concretas contra ele.

A irmã mais velha da vítima, que não quis se identificar, disse que os abusos começaram quando a adolescente tinha 7 anos de idade. Ela afirmou que o padrasto, casado há 12 anos com a mãe, intensificou a violência nos últimos meses.

“Minha mãe nunca falou sobre sexo com ela [vítima]. Ela só foi entender o que estava acontecendo com 12 anos, na escola”, contou a irmã da vítima.

O homem ameaçava a menina para que ela não contasse a ninguém. Segundo a irmã mais velha, ele pegava o celular para evitar qualquer tipo de registro. Contudo, a menina aproveitou o momento de deslize do abusador, que achou que ela estava dormindo e não pegou o telefone.

A menina contou para a irmã e a mãe e mostrou o vídeo. Elas denunciaram o homem na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande.
Abusada e mãe como cúmplice


Em Manaus, no mês de maio, um caso de abuso sexual causou espanto nas autoridades locais. Uma criança de 11 anos, além de sofrer estupros do próprio pai desde os 6 anos, também recebia instruções da mãe de não contar sobre a violência para ninguém.

Os relatos foram levados até a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) pela família do pai da criança, após a vítima demonstrar repulsa em retornar para casa.

O abuso sexual crônico – quando ocorre por um longo período de tempo, geralmente em casa e que ocorre em maior frequência com crianças – tinha a mãe como cúmplice, já que a progenitora não denunciava e era conivente com o crime.

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