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Decoração rústica contemporânea é o novo lifestyle

Ambientes integrados com poucas divisórias, madeiras, concretos aparentes, e um toque natural de folhagens, tudo com muita versatilidade e funcionalidade.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

O estilo rústico e contemporâneo na decoração passou a ser muito utilizado nos projetos de arquitetura. A mudança de perfil não foi à toa. Segundo a arquiteta Carla Rocha, a pandemia do Covid-19 influenciou no aumento dessa demanda em busca de um novo modelo de decór.

“Caiu na preferência dos brasileiros os ambientes funcionais, confortáveis e leves dentro de casa, em estabelecimentos comerciais e no home office. A pandemia trouxe a necessidade de investir no conforto, mas sem abrir mão da elegância. O estilo rústico e contemporâneo permite este tipo de conceito de projeto ”, disse a arquiteta.

Mesmo que involuntariamente, sem propósito de definir um tipo específico de decoração, os detalhes acabam por impor um estilo em um ambiente e a construção dessa leveza nos locais onde se passa maior parte do tempo passou a ser prioridade. “Hoje, as pessoas priorizam o conforto, por isso apostam no estilo rústico de decór, onde se percebe a utilização de estruturas de madeira, pedras, vime e até de objetos vintage, antes esquecidos, e hoje muito atuais tornando o ambiente mais aconchegante”, disse.

A combinação do rústico ao contemporâneo, segundo a arquiteta, traz a simplicidade aliada à funcionalidade. “É o equilíbrio ideal, enquanto que um estilo aposta em elementos tradicionais, o contemporâneo tem como característica o minimalismo com um design clean, cores de tons claros nas paredes, móveis que levam vidro na composição, como cristaleiras, mesas de jantar, de centro, remetem leveza e modernidade no mesmo espaço”, conclui a arquiteta, lembrando que criar ambientes com esta característica, a criatividade pode ser uma grande aliada. “Às vezes uma cadeira de palhinha e uma parede de tijolinhos fazem toda diferença. Basta que o profissional consiga produzir os espaços, aproveitando peças que o cliente tem em casa. Não precisa de grandes investimentos se a ideia é o conforto e a funcionalidade, concluiu.

Ambientes integrados com poucas divisórias, madeiras, concretos aparentes, e um toque natural de folhagens, tudo com muita versatilidade e funcionalidade. O estilo rústico e contemporâneo na decoração passou a ser muito utilizado nos projetos de arquitetura. A mudança de perfil não foi à toa. Segundo a arquiteta Carla Rocha, a pandemia do Covid-19 influenciou no aumento dessa demanda em busca de um novo modelo de decór.

“Caiu na preferência dos brasileiros os ambientes funcionais, confortáveis e leves dentro de casa, em estabelecimentos comerciais e no home office. A pandemia trouxe a necessidade de investir no conforto, mas sem abrir mão da elegância. O estilo rústico e contemporâneo permite este tipo de conceito de projeto ”, disse a arquiteta.

Mesmo que involuntariamente, sem propósito de definir um tipo específico de decoração, os detalhes acabam por impor um estilo em um ambiente e a construção dessa leveza nos locais onde se passa maior parte do tempo passou a ser prioridade. “Hoje, as pessoas priorizam o conforto, por isso apostam no estilo rústico de decór, onde se percebe a utilização de estruturas de madeira, pedras, vime e até de objetos vintage, antes esquecidos, e hoje muito atuais tornando o ambiente mais aconchegante”, disse.

A combinação do rústico ao contemporâneo, segundo a arquiteta, traz a simplicidade aliada à funcionalidade. “É o equilíbrio ideal, enquanto que um estilo aposta em elementos tradicionais, o contemporâneo tem como característica o minimalismo com um design clean, cores de tons claros nas paredes, móveis que levam vidro na composição, como cristaleiras, mesas de jantar, de centro, remetem leveza e modernidade no mesmo espaço”, conclui a arquiteta, lembrando que criar ambientes com esta característica, a criatividade pode ser uma grande aliada. “Às vezes uma cadeira de palhinha e uma parede de tijolinhos fazem toda diferença. Basta que o profissional consiga produzir os espaços, aproveitando peças que o cliente tem em casa. Não precisa de grandes investimentos se a ideia é o conforto e a funcionalidade, concluiu.

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