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Espanha prorroga limitações a voos do Brasil pela décima vez

O governo da Espanha prorrogou nesta terça-feira, 15, pela décima vez, agora até o dia 6 de julho, as restrições de voos procedentes de Brasil e África do Sul, de modo a evitar a propagação de variantes do novo coronavírus.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

Apenas cidadãos espanhóis ou andorranos, residentes de ambos os países e passageiros em conexão internacional para um país fora do espaço de Schengen poderão viajar de solo brasileiro ou sul-africano com destino à Espanha.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo espanhol poderá suspender as limitações por razões justificadas em função da evolução da pandemia de Covid-19 e das decisões que possam ser adotadas de forma coordenada pela União Europeia.

As restrições não afetam trabalhadores necessários para realizar as atividades do transporte aéreo. Também são contempladas isenções relacionadas a voos de aeronaves estatais, serviços de busca e salvamento, voos com escala na Espanha com fins não comerciais e que tenham outro país como destino, voos exclusivos de carga, ferry e humanitários, médicos ou de emergência.

No início do mês, a Espanha reabriu suas fronteiras aos turistas de quase todos os países do mundo que tenham sido vacinados contra a Covid-19, permitindo também a entrada de navios de cruzeiros em seus portos. Desde 24 de maio, o país permite que cidadãos de 10 países fora da União Europeia (UE) considerados de baixo risco entrem sem um teste PCR negativo para coronavírus. O Reino Unido, maior mercado espanhol para turistas estrangeiros, faz parte da lista, assim como Austrália, Nova Zelândia e Israel, entre outros.

O governo espanhol exige ainda que os turistas estejam vacinados com um imunizante aprovado pela União Europeia ou pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que a última dose tenha sido tomada com no mínimo 14 dias de antecedência.

De acordo com este critério, os brasileiros vacinados estariam incluídos. No caso do Brasil, no entanto, a entrada segue proibida por conta da possibilidade de transmissão de novas variantes da Covid.

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