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Governo do Amazonas e Parceiros Brilhantes realizam ação humanitária no Novo Remanso, em Itacoatiara

Duzentas famílias do Distrito do Novo Remanso, no município de Itacoatiara, serão beneficiadas com a doação de 200 cestas básicas, 200 kits de higiene pessoal, além de materiais que reforçam a prevenção ao contágio da Covid-19, como máscaras, luvas e toucas. A ação humanitária é resultado da articulação entre o Governo do Amazonas e a ONG Parceiros Brilhantes.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

As entregas iniciaram nesta terça-feira (01/06), e estão sendo feitas por técnicos da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas). As duzentas famílias atendidas moram em áreas alagadas pela enchente histórica e também na zona rural da comunidade. O critério para recebimento é a situação de vulnerabilidade social.

A secretária da Seas, Alessandra Campêlo, destacou que Itacoatiara é o terceiro município atendido pelos Parceiros Brilhantes e Governo do Estado. Antes, a ação humanitária já havia levado os mesmos itens para Manacapuru e Iranduba.

“A determinação do governador é unir esforços no sentido de garantir a segurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade. A articulação do Governo do Estado com os Parceiros Brilhantes, que é uma instituição sem fins lucrativos, é importante porque dá uma resposta imediata aos moradores de comunidades como o Novo Remanso”, disse a gestora.

O pescador Valdenir dos Santos Gabriel, morador da Rua Amadeu Batista, na região central do Novo Remanso, teve sua residência afetada pela enchente. A renda também diminuiu, porque o rio cheio dificulta a sua atividade econômica. “É uma ajuda importante. A dificuldade é maior porque o rio encheu muito e fica mais difícil para a gente pegar os peixes, então toda ajuda é bem-vinda”, disse Valdenir.

A dona de casa Eloane Marques Nogueira também foi beneficiada pela visita das assistentes sociais da Seas. Ela mora junto com mais cinco pessoas numa casa localizada numa região atingida pela cheia. Revelou que ela e sua família também têm sofrido com os efeitos do fenômeno natural.

“Este ano alagou mais e a água bateu na porta de casa. Nós temos passado dificuldade, porque além da alagação tem também a pandemia. Eu agradeço a todos que têm se empenhado em nos ajudar”, afirmou Eloane.

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