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Desesperada, empresária de Claudia Rodrigues denuncia intervalo 'esticado' entre vacinas no Brasil

 Adriane Bonato, amiga e empresária de Claudia Rodrigues, usou as redes sociais para falar sobre o estado de saúde da comediante e atriz, que está internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 9 de julho, após um forte mal-estar.


A empresária se revoltou com o governo brasileiro ter estipulado um prazo maior do que o do protocolo para a aplicação da vacina da Pfizer.

Adriane denunciou a situação, enquanto Claudia corre risco de morte:  "Meu desespero é porque descobri que a vacina da Pfizer pode ser tomada. O protocolo é que ela seja tomada no intervalo de três semanas e não de três meses. Ela é de três semanas a, no máximo, três meses. Não estou aqui para falar de política. Mas porque não escolheram três semanas? Se tivessem escolhido três semanas, ela já estaria imunizada e não estaria passando por nada disso”.

Depois de uma bateria de exames em Claudia, a equipe médica concluiu que o corpo reagiu à pausa que Claudia precisou fazer no tratamento da esclerose múltipla, para tomar a vacina da Covid-19. A artista tomou a 1ª dose em maio, e em junho pausou a medicação, com o intuito de tomar a 2ª dose em agosto e retomar o remédio em dezembro, para dar o tempo necessário.  

A pausa precisou ser feita porque não se sabe no que resultaria a interação do medicamento que Claudia tomava com a vacina. No entanto, como o intervalo entre a 1ª e a 2ª dose da Pfizer foi esticado ao máximo no Brasil, em 3 meses, o tempo sem tomar o remédio para controlar a esclerose ficou muito longo.

 "[se o intervalo fosse de 3 semanas] Ela já teria tomado o Ocrevus, o corpo dela já teria recebido essa medicação, a gente não estaria aqui [no hospital] e amanhã ela não estaria correndo risco de morrer por conta da irresponsabilidade e da má gestão [do governo]", continuou Adriana.

Ela ressaltou que nos Estados Unidos, o intervalo para a 2ª dose da vacina da Pfizer é de apenas três semanas. "A gente não sabe disso. É o nosso direito. Quantas vidas poderiam ter sido salvas? Quanta dor e sofrimento poderiam ter sido evitados? Não tenho medo do governo, nem de ninguém. Vou denunciar", disse ela, desesperada com o estado de saúde de Claudia.

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