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Centros Estaduais de Convivência da Família em evidência nos 15 anos da Lei Maria da Penha

Em alusão aos 15 anos de sanção da Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) e dos centros de convivência geridos pela pasta social, realizaram uma série de ações de conscientização sobre o combate à violência contra a mulher.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

A programação envolveu todos os sete centros de convivência da capital. No Centro Estadual de Convivência da Família (CECF) Padre Pedro Vignola, localizado no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus, as atividades envolveram panfletagem e rodas de conversa. Na segunda-feira (09/08), também foi realizada a abertura da campanha Agosto Lilás, mês dedicado à luta pelo fim da violência de gênero.

De acordo com a coordenadora do CECF Padre Pedro Vignola, Mary Ellen de Amorim, informar a comunidade é uma das principais formas de prevenção.

“Na abertura da Campanha Agosto Lilás aqui no centro, tivemos uma roda de conversa com as alunas da turma de pilates, em que demos orientações e esclarecemos tópicos da lei. É importante atingirmos o maior número de pessoas possível, principalmente mulheres. A violência contra a mulher é um crime que deve ser denunciado e punido. Precisamos, cada vez mais, mostrar que nenhum tipo de violência pode ser normalizada”, disse.

A coordenadora do projeto Rede de Proteção da Seas, Ítala Rodrigues, destacou o papel dos CECFs e dos técnicos da secretaria no combate à violência contra a mulher.

“Nossa equipe busca, por meio de palestras, rodas de conversas, redes sociais ou encontros presenciais, intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, sensibilizar a sociedade sobre o enfrentamento da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os meios de denúncia existentes. Os índices desse tipo de violência cresceram durante a pandemia e precisamos motivar as pessoas a não se calarem diante de qualquer tipo de violência física, verbal ou sexual”, afirmou.

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