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Polícia do Rio tenta cooperação com a americana para investigar gamer acusado de estupro

O gamer Raulino de Oliveira Maciel, mais conhecido como Raulzito, indiciado pelo estupro de duas crianças no Rio, pode ter cometido mais crimes. Ele foi indiciado pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), segundo informou o delegado Adriano França, titular da unidade. 



O inquérito foi enviado na quarta-feira para o Ministério Público. Atualmente, Raulzito está detido graças a um mandado de prisão temporária expedido pela 4ª Vara Criminal de Niterói.

Após a prisão do suspeito, os policiais localizaram, além das vítimas no Rio, outras três na Paraíba, onde há investigações em andamento, três em São Paulo e uma em Santa Catarina. Há a possibilidade de casos também nos EUA, onde Raulzito já morou. A polícia do Rio tentará uma cooperação com a americana para verificar isso.

Está preso temporariamente e acreditamos que será denunciado pelo MP (Ministério Público), e a prisão será a partir de então preventiva — disse França.

A investigação comprovou, segundo a polícia, que o gamer fazia contato com os pais das vítimas por meio de redes sociais e, depois de ganhar a confiança deles, cometia abusos no seu estúdio, em São Paulo.

Os crimes aconteciam também nas residências das vítimas: Raulzito se hospedava nos locais com a permissão dos pais, a quem prometia que os filhos entrariam para o mundo artístico. Chama a atenção a semelhança física entre as vítimas, com idades entre 10 e 12 anos.

A mãe de uma das crianças que denunciou abusos relatou à polícia um comentário que teria sido feito pela mulher do gamer e que causou estranheza aos investigadores, de acordo com reportagem do site G1. A esposa de Raulzito sempre falava para as mães não deixarem o suspeito sozinho com as crianças, segundo o depoimento.

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