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Prefeitura de Manaus realiza oficina de protótipo microbit em escola da zona Norte

Com a participação de 20 alunos, do 6º ao 9º ano, do ensino fundamental, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou, nesta quarta-feira, 11/8, na escola municipal Jornalista Sabá Raposo, bairro Manoa Florestal, zona Norte, a oficina do protótipo microbit, na sala do Telecentro.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

A programação faz parte do projeto “Curumins e cunhantãs”, que tem como protagonismo o empreendedorismo e a inovação na criação de artefatos digitais, para auxiliar a comunidade escolar em época de pandemia da Covid-19.

A ação é uma atividade dentro do projeto Clube e Programação e Robótica – Pro Curumim, por meio da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE), da Semed.

Desde abril deste ano, de forma remota, os alunos estão engajados no projeto com as oficinas de microbit e também de arduíno, ambos microcontroladores de componentes eletrônicos. A meta é criar artefatos digitais para controlar a sirene da escola e o dispenser automático de álcool, com medição de temperatura automatizada. As atividades pedagógicas ocorrem às quartas e sextas-feiras na unidade de ensino, que teve seu início na semana passada, com aulas presenciais.

O formador do GTE da Semed, Rafael Lima Medeiros, destacou o apoio técnico aos alunos na oficina para a criação dos protótipos, que serão úteis à própria comunidade escolar como um todo.

“Nós temos duas vertentes, sendo um contexto de pandemia, que os protótipos têm a ver com as medidas de segurança de combate ao Covid-19. Além disso, nós temos uma outra linha na escola que é a automatização, ou seja, a vida cotidiana está migrando para a indústria 4.0, onde muita coisa está automatizada. Aqui a ideia é usar esses fundamentos de microbit e arduíno, para automatizar coisas como campainha, dispositivos de trancamento de portas, entre outros” concluiu.

Para a coordenadora do Telecentro da escola, Regiane Cardoso da Silva Rocha, o projeto é muito importante para todos da unidade de ensino e vai ficar como legado para toda comunidade escolar.

“Nós estamos criando protótipos para a sirene da escola e dispenser de álcool em gel automático com leitura de temperatura. Nós avaliamos a problemática da sirene, com um barulho que parece de presídio. Vamos criar um projeto para mudar essa realidade e o que vai ficar para a escola, um controlador com música, além do protótipo com dispenser”, disse.

A aluna do 7º ano do turno vespertino, Leia de Sousa Cardoso, 13, está desde o começo no projeto da escola. Para ela, a oficina e o trabalho que está sendo realizado é muito salutar para alunos, professores e até pais, que estão sempre presentes na escola.

“Agora que a gente está fazendo com o microbit, vamos tentar fazer um sinal que possa ser outro tipo, no caso da sirene. A gente pode mudar para colocar de emergência, caso aconteça algo ruim na escola. Sobre o termômetro, é para a gente verificar a temperatura das pessoas da Covid-19. Esse trabalho não ajuda só a escola, mas sim a coletividade”, disse.

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