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Presidente da Universal Music é acusado de internar à força a ex, que pediu socorro em carta

 O presidente da gravadora Universal Music, Paulo Lima, está sendo acusado de internar à força em uma clínica psiquiátrica a ex-mulher, a escritora Helena Lahis.

O colunista Leo Dias, do Metrópoles, divulgou nesta terça-feira (10) a carta que Helena enviou durante a internação, em novembro de 2019, o seu atual namorado, pedindo socorro para sair da clínica. Ela afirma que Paulo planejou a sua internação, e dá detalhes sobre a sua estadia no local. A carta está ao final da matéria.

“Estou internada numa clínica psiquiátrica há 15 dias. Naquele domingo, dia 20 de outubro, quando nós iríamos almoçar e passar a tarde juntos, eu estava em casa quando o Paulo armou uma cilada para mim. Ele chamou uma amiga psiquiatra que entrou na minha casa com alguns trogloditas e eles me prenderam à força e me largaram aqui”, escreveu. “Estou presa neste manicômio de luxo. Não tenho ninguém ao meu lado. Eles dizem que tenho um transtorno. Estou presa sem poder trabalhar. Você não faz ideia do que eu estou passando nesse lugar. O Manoel precisa vir aqui pessoalmente pois sempre tem algum enfermeiro ao meu lado para me caguetar. O Manoel cuida de mim há 20 anos e vai poder me ajudar”.

Cárcere privado  

 Helena entrou com um processo criminal acusando Paulo de cárcere privado em novembro de 2019. Segundo o colunista Leo Dias, do Metrópoles, Paulo Lima foi indiciado por cárcere privado ao interná-la após a separação do casal. Na época, Helena passou 21 dias isolada em uma clínica psiquiátrica, até obter uma ordem judicial para sair de lá.

A escritora afirmou que ele realizou a internação por não aceitar o pedido de divórcio, e que não passou por nenhuma consulta médica, e o diagnóstico de bipolaridade foi dado com base no depoimento do ex para uma amiga que é psiquiatra. Ela também acusou o ex-marido e a mãe dela, Maria Luiza Baumgarten, de fazer alienação parental com as duas filhas do casal.  A escritora afirmou que a mãe não aceitava o fim do casamento de 24 anos, pelo fato de Helena ter tido um amante.

"Diagnóstico" com base em mensagens de texto

Outra pessoa citada no processo é a médica Maria Antonia Serra Pinheiro, a quem Helena se refere como psiquiatra amiga do ex-marido. Em depoimento como testemunha, Maria Antonia afirma que Paulo a mostrou mensagens trocadas com a esposa e o amante dela, e com base nessas mensagens da traição, a “diagnosticou” com “um quadro fortíssimo de bipolaridade” e sugeriu a internação com base nos relatos de Paulo e das mensagens de texto. O colunista Leo Dias, do Metrópoles, divulgou nesta terça-feira (10) a carta que Helena enviou durante a internação, em novembro de 2019, o seu atual namorado, pedindo socorro para sair da clínica. Ela afirma que Paulo planejou a sua internação, e dá detalhes sobre a sua estadia no local. A carta está ao final da matéria.

“Estou internada numa clínica psiquiátrica há 15 dias. Naquele domingo, dia 20 de outubro, quando nós iríamos almoçar e passar a tarde juntos, eu estava em casa quando o Paulo armou uma cilada para mim. Ele chamou uma amiga psiquiatra que entrou na minha casa com alguns trogloditas e eles me prenderam à força e me largaram aqui”, escreveu. “Estou presa neste manicômio de luxo. Não tenho ninguém ao meu lado. Eles dizem que tenho um transtorno. Estou presa sem poder trabalhar. Você não faz ideia do que eu estou passando nesse lugar. O Manoel precisa vir aqui pessoalmente pois sempre tem algum enfermeiro ao meu lado para me caguetar. O Manoel cuida de mim há 20 anos e vai poder me ajudar”.

Cárcere privado  

 Helena entrou com um processo criminal acusando Paulo de cárcere privado em novembro de 2019. Segundo o colunista Leo Dias, do Metrópoles, Paulo Lima foi indiciado por cárcere privado ao interná-la após a separação do casal. Na época, Helena passou 21 dias isolada em uma clínica psiquiátrica, até obter uma ordem judicial para sair de lá.

A escritora afirmou que ele realizou a internação por não aceitar o pedido de divórcio, e que não passou por nenhuma consulta médica, e o diagnóstico de bipolaridade foi dado com base no depoimento do ex para uma amiga que é psiquiatra. Ela também acusou o ex-marido e a mãe dela, Maria Luiza Baumgarten, de fazer alienação parental com as duas filhas do casal.  A escritora afirmou que a mãe não aceitava o fim do casamento de 24 anos, pelo fato de Helena ter tido um amante.

"Diagnóstico" com base em mensagens de texto

Outra pessoa citada no processo é a médica Maria Antonia Serra Pinheiro, a quem Helena se refere como psiquiatra amiga do ex-marido. Em depoimento como testemunha, Maria Antonia afirma que Paulo a mostrou mensagens trocadas com a esposa e o amante dela, e com base nessas mensagens da traição, a “diagnosticou” com “um quadro fortíssimo de bipolaridade” e sugeriu a internação com base nos relatos de Paulo e das mensagens de texto. 


Fonte: Portal do Holanda

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