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Distritos Turísticos são aposta do governo de SP para desenvolver destinos

Áreas terão apoio para expandir infraestrutura e desenvolvimento a partir do turismo


O Governador João Doria assinou no início de setembro o decreto que instituiu a criação do Distrito Turístico de Olímpia, o primeiro de São Paulo e um marco para o desenvolvimento turístico da região. O próximo a ser criado será o de Serra Azul, em uma área que inclui parte dos municípios de Itupeva, Louveira, Jundiaí e Vinhedo, com foco na expansão de parques temáticos, além de centros de compra e entretenimento.

“A criação do Distrito Turístico traz um resultado prático, um salto nas oportunidades sob o ponto de vista de financiamentos nas esferas estadual, federal e internacional. Não é apenas uma nova nomenclatura, facilita a vida dos empreendedores privados e dos gestores públicos, mudando a história turística da cidade e da região”, afirmou Doria. O secretário de Turismo e Viagens, Vinicius Lummertz acrescentou: “Olímpia terá a oportunidade de coordenar estrategicamente seu desenvolvimento pelo turismo”.

Ao se tornar um Distrito Turístico o município poderá investir ainda mais em ações que impulsionem o fluxo do turismo, gerem emprego e renda, estimulando o desenvolvimento de parques temáticos, da gastronomia, do transporte e de estruturas de lazer.

Como estância turística, Olímpia também é conhecida como a capital nacional do folclore e já recebe, por ano, cerca de três milhões de visitantes, podendo duplicar o volume de turistas em pouco tempo. Já Serra Azul é conhecida, especialmente, pelos parques Hopi Hari e Wet’n Wild, além de centros de compras.

Distritos: São arranjos maiores que uma integração de roteiros ou rotas. São uma nova modalidade de pensar e gerir o desenvolvimento turístico olhando para toda uma região, que pode ser um bairro ou um conjunto de municípios. Um limite geográfico é natural, até para que seja possível essa diferenciação, mas não é fundamental que seja assim. Os Distritos Turísticos precisam ser entendidos com uma nova forma de pensar o desenvolvimento do turismo local e regional, amparado por regramento específico que facilite e dê segurança para a atração de investidores.

Estão divididos em quatro modalidades, mas devem ser entendidos “como um conceito a ser aplicado, não uma diretriz a ser imposta, que exclua eventuais elementos não listados”, lembra Vinicius Lummertz. A previsão legal indica como modalidades:

Relevância paisagística, natural ou cênica

Relevância histórica, arquitetônica, étnica ou cultural

Existência de complexos de lazer e parques temáticos

Presença de orla marítima

Olímpia, no interior paulista, é conhecida pelos parques aquáticos

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