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Eneva e Embrapa iniciam visitas em áreas de produção agrícola familiar no Médio Amazonas para projeto de reflorestamento

A Eneva deu mais um passo para a concretização do projeto que vai reflorestar uma área de oito hectares, por meio de sistemas agroflorestais de produção, em comunidades rurais do Médio Amazonas.


Na última semana de setembro, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) percorreram áreas de produção agrícola familiar em Silves e Itapiranga, para conhecer os trabalhos desenvolvidos e estabelecer um cronograma de atividades futuras de produção.

Uma das primeiras iniciativas será a implantação de sementeiras e viveiros de mudas de uso coletivo, em áreas demonstrativas, que oferecerá capacitação aos agricultores em técnicas de manejo consorciado de culturas agrícolas. A intenção é que a partir da introdução de espécies frutíferas nativas na região, ela se transforme em um polo de produção referência nas principais culturas identificadas nas cidades, que são mandioca, café e mel.

As visitas ocorreram em áreas de horticultura, meliponicultora, floresta, transferência de tecnologia e sistemas agroflorestais. “A parceria com a Eneva é uma iniciativa promissora e a Embrapa vai entrar com a sua expertise em sistemas agroflorestais, viveiros, produção de sementes, controle biológico e organização de negócios para dar suporte aos agricultores”, explica o pesquisador Roberval Monteiro, que integrou a comitiva. Ao todo, 50 pesquisadores da Embrapa estão envolvidos no projeto.

Para a coordenadora de Responsabilidade Social da Eneva, Elizabeth Teles, a parceria entre as empresas contribuirá para o desenvolvimento da agricultura familiar no Médio Amazonas. “Será um trabalho de longo prazo, focado na capacitação, geração de renda, segurança alimentar e transformação de vidas”, afirma.

SOBRE A ENEVA

A Eneva gera energia segura e competitiva para o sistema elétrico brasileiro. O parque de geração termelétrica da empresa tem 2,8 GW de capacidade instalada (78% operacional). Os ativos estão localizados nos estados do Maranhão, Ceará e Roraima. A Eneva mantém o Projeto Integrado Azulão-Jaguatirica II, vencedor em um leilão realizado em 2019, que permite a transformação do gás natural da Bacia do Azulão, no município de Silves, em energia para abastecer mais da metade do Estado de Roraima. O projeto começou a ser implantado ainda em 2019 e reduzirá em 35% as emissões de CO2 (Dióxido de Carbono) e 99% de Óxido de Nitrogênio com a substituição da matriz energética de Jaguatirica, em Boa Vista (RR).

Entre os ativos de geração da Eneva está o Complexo Parnaíba, empreendimento pioneiro do modelo Reservoir-to-Wire (R2W) no Brasil. Localizado na cidade de Santo Antônio dos Lopes (MA), o Complexo Parnaíba é um dos maiores parques térmicos de geração de energia a gás natural do Brasil. Ele é composto pelas usinas Parnaíba I, Parnaíba II, Parnaíba III e Parnaíba IV, com dois projetos em desenvolvimento: Parnaíba V e Parnaíba VI. Outros ativos de geração são as usinas Itaqui e Pecém II, nas cidades de São Luís (MA) e São Gonçalo do Amarante (CE), respectivamente. A empresa tem ainda a usina de Tauá, que foi a primeira usina solar a gerar energia elétrica em escala comercial no Brasil.

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