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Juízes inocentam empresário milionário, André Aranha, acusado de abusar da modelo Mariana Ferrer

Brasil – A justiça de Santa Catarina decidiu por unanimidade nesta quinta-feira dia (7) manter a absolvição do empresário André de Camargo Aranha, acusado de dopar e estuprar a embaixadora do café ‘De la Musique’ Mariana Ferrer em 2018.




A audiência foi realizada em Florianópolis pelos desembargadores, Ana Lia Carneiro, Ariovaldo da Silva e Paulo Saturato eles analisaram o recurso pedido pela defesa de Mariana e votaram os três pela absolvição do acusado ou seja, derrota para Mariana. 

Um dia antes da audiência Mariana publicou uma imagem no seu instagram mostrando imagens de laudos médicos nos quais constavam diagnósticos de estresse pós-traumático, ansiedade, tensão entre outros. Mesmo com todas as provas Mariana saiu em desvantagem. 




Caso

A influenciadora digital denunciou o caso em seu Instagram em 2019, mas a conta foi retirada do ar após as postagens sobre o caso. Mariana também publicou a história em seu perfil no Twitter e a publicação teve mais de 85 mil compartilhamentos.

Em 15 de dezembro de 2018, Mariana Ferrer trabalhava em um evento promovido pelo beach club, como embaixadora da casa, trabalhando na divulgação do espaço nas redes sociais.

Ela conta que estava cercada por “amizades” quando foi puxada pelo braço por uma amiga até um dos bangalôs, chamou outra amiga por mensagem e teve amnésia temporária. Mari destaca que não havia nenhum homem no local.

A blogueira diz que foi levada dopada para um lugar desconhecido onde foi estuprada. De acordo com Mari, sua mãe disse que ela estava com o corpo mole e olhos vidrados. As roupas que a influenciadora usava estavam ensaguentadas e com forte odor de esperma.

O Boletim de Ocorrência e os procedimentos padrão foram feitos no dia seguinte. Em exame pericial feito com o esperma encontrado na roupa de Mariana, foi constatado que o material era compatível com o DNA do empresário paulistano André de Camargo Aranha.

Em julho de 2019, André se tornou réu do caso, investigado como estupro de vulnerável. 


FONTE: PORTAL CM7 

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