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Justiça prorroga prisão dos Donos do Vitória suspeito de assassinato

Manaus - Um dos conselhos mais certos, pregados pelos avós de muita gente é de que "mulher casada, o perfume cheira a sangue". Além disso, após o sangue derramado, as consequências também vêm para quem o derramou e o pivô da disputa.




Jordana Freire e Joabson Gomes, donos dos "Supermercados Vitória", acusados de mandar matar o militar Lucas Ramon, tiveram a prisão temporária prorrogada. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), nesta quinta- feira (21).

O pedido foi feito pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). De acordo com a delegada adjunta, Marna de Miranda, as investigações precisam prosseguir e a busca por respostas da especializada continua. Por isso, o pedido foi feito ao Judiciário.

Uma trama que envolve traição e grana

Um dos motivos da morte de Lucas Ramon, de 29 anos, teria sido 'bolir" onde não devia e desvio de dinheiro. Na época do crime, de acordo com informações da delegada Marna de Miranda, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Joabson descobriu que a esposa dele o estava "apunhalando" pelas costas com Lucas e, por isso, teria encomendado a morte do sargento.

"O que as investigações apontam é um relacionamento extraconjugal e que Jordana desviava dinheiro da rede de supermercados. Alguns desses valores ela chegou a dar para o Lucas guardar. No entanto, ele teria devolvido uma quantia de R$ 200 mil que foi entregue no batalhão do Exército a um funcionário da rede de supermercados. Os dois estavam juntos desde dezembro de 2020 quando se conheceram durante as negociações da gráfica de Lucas e da rede de supermercados", explicou a delegada.

Joabson teria tomado ciência da traição ao mexer no aparelho celular de Jordana. Após ele ameaçar Lucas, a vítima teria contratado até seguranças particulares. 

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