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Seap realiza minicurso para colaboradores das unidades prisionais sobre humanização do tratamento penal

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) iniciou, nesta quarta-feira (20/10), o minicurso “Humanização do Tratamento Penal” para os colaboradores das empresas terceirizadas que gerem as unidades prisionais: Reviver Administração Prisional Privada, RH Multi e New Life Gestão Prisional.

Foto: Divulgação / BLITZ AMAZÔNICO

A capacitação visa destacar a importância de um atendimento aos familiares dos apenados baseado na educação e respeito, bem como informar sobre as consequências jurídicas de atos indevidos praticados dentro do sistema penitenciário.

O minicurso, sob a coordenação da Escola de Administração Penitenciária (Esap), acontece no Centro de Capacitação e Treinamento Monitor de Ressocialização Alexandre Rodrigues Galvão, anexo ao Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), de hoje (20/10) até a sexta-feira (22/10), das 9h ao meio-dia, totalizando uma carga horária de quatro horas.

Durante os três dias do evento, o ouvidor da Seap, Daniel Bevenutti, é quem estará com os monitores discutindo acerca da qualidade do tratamento e acolhimento dado aos familiares, bem como dos direitos e deveres dos visitantes no ambiente prisional.

Segundo ele, o minicurso irá aperfeiçoar a qualidade do atendimento realizado no sistema penitenciário. “A ideia é, em parceria com as empresas terceirizadas, falar para os colaboradores, de forma educativa, sobre as consequências na má prestação de serviços. E educando abrimos a possibilidade para que eles possam ter a opção de fazer o correto”, disse Bevenutti, acrescentando que todos irão receber certificação ao final do curso.

A diretora da Esap, Sônia Cabral, comemorou a realização do minicurso. “A Esap trabalha incansavelmente para sempre trazer cursos que edifiquem os profissionais do sistema carcerário. Hoje temos a oportunidade de trazer à tona assuntos que estão em pauta em nível nacional, direcionados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que dita a política prisional brasileira”.

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