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Prefeitura cria estratégias para resguardar público e servidores nas unidades socioassistenciais

Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira, 13/1, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), traçou as primeiras estratégias para conter a onda de Covid-19, que tem atingido as unidades socioassistenciais como os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Especializado de Assistência Social (Creas), cozinhas comunitárias, entre outros.


Conforme levantamento da secretaria, ao menos 50 servidores já testaram positivo para a doença.

“Vamos iniciar com um levantamento dos servidores idosos ou com comorbidades, para podermos criar estratégias de trabalho para essas pessoas, seja implementando o revezamento ou o teletrabalho. Com o crescente número de infecções, estamos preocupados com a saúde dos nossos servidores e da população beneficiária dos nossos serviços. Essas medidas estão sendo iniciadas de forma que a gente não precise paralisar totalmente as atividades”, informou o subsecretário Operacional e de Assistência Social da Semasc, Eduardo Lucas.

A partir da próxima segunda-feira, 17, os equipamentos que trabalham com refeições como cozinhas comunitárias, restaurantes populares, Prato do Povo e Centro Pop irão fornecer o alimento em marmitas. A iniciativa evita que a população fique concentrada nos espaços, diminuindo o risco de contaminação. A Semasc oferta mais de 3 mil refeições diariamente em suas unidades.

“Nós trabalhamos com esse formato no pico da segunda onda. Vamos continuar servindo o mesmo quantitativo em cada uma das nossas unidades, mas com a marmita, o usuário chega, pega o alimento e vai embora. Com isso, evitamos a aglomeração de pessoas, tanto na fila para entrar na unidade quanto no consumo”, explicou a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional da Semasc, Cleo Freitas.

Já nos Cras e Creas o horário de funcionamento permanece o mesmo, mas com redução da capacidade de atendimento em 30%. Outra medida é a instalação de barreiras de proteção na unidade e a volta do uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI).

“Estamos em um momento que muitas pessoas estão procurando os Cras por conta da atualização e inserção no Cadastro Único, mas nos últimos dias, tivemos o afastamento de quase 20 técnicas que atestaram positivo para a doença e a tendência é que esse número aumente. Vamos reduzir, mas não parar. Continuaremos agendando os atendimentos”, concluiu a diretora de Proteção Social, Lilian Gomes.

Fotos - Marcely Gomes / Semasc

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