Ê CAROÇO! Homem é picado por cobra enquanto estava sentado no vaso jogando no celular; confira

                                                                                          DA REDAÇÃO BLITZ AMAZÔNICO

Um jovem de 28 anos levou um grande susto depois que foi picado por uma píton quando estava sentado no vaso sanitário fazendo o "número dois" e usando o celular. 


O caso foi registrado na Malásia, em março deste ano, e passados 30 dias do ataque, a vítima descobriu que ainda existiam fragmentos dos dentes da cobra em suas nádegas.

Segundo informações do jornal local “The Sun”, o homem identificado como Sabri Tazali, estava tranquilamente no trono, quando sentiu como se uma lâmina tivesse cortando suas nádegas. Desesperado e sentindo muita dor no local, a vítima se levantou rapidamente do vaso e levou um susto ainda maior ao avistar a víbora. O animal foi arrancado à força e jogado com violência na parede do banheiro. Apesar do impacto, a cobra sobreviveu.

Aflito, o jovem buscou ajuda de socorristas do Corpo de Bombeiros que conseguiram capturar e identificar o réptil. Para alívio de Sabri Tazali era uma píton, não venenosa. Em vez do antiofídico, o jovem recebeu uma injeção antitetânica.

Duas semanas depois do ataque, o malaio encontrou metade de uma presa da cobra ainda presa em uma nádega.

"Ela quebrou provavelmente porque eu puxei a cobra com força", revelou.

Ainda abalado do trauma, Sabri disse que trocou o vaso sanitário por outro. Ele ficou tão traumatizado que evitou usar o banheiro em casa por cerca de duas semanas, passando a ir ao banheiro de uma mesquita perto de casa.

Saiba por que usar o celular no banheiro é perigoso

Além de um possível ataque de cobra, ir ao banheiro acompanhado do celular não é um hábito recomendado pelos profissionais da área de saúde. Mesmo parecendo uma prática inofensiva, a distração aumenta o risco do surgimento das hemorroidas.

O alerta dos médicos é que sentar-se no vaso sanitário e fazer muita força para evacuar provoca uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que aumenta o risco de ruptura. Em casos graves, pode gerar uma trombose hemorroidária, ou a formação de coágulos de sangue no ânus.



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