O ecoturismo amazonense precisa de investimento para avançar

Com uma movimentação superior a US$ 170 bilhões em 2020, segundo a empresa de pesquisa Million Insights, o ecoturismo está em alta. 


Deste total, a estimativa é de que o Brasil tenha tido participação de US$ 80 milhões. Na análise do empresário do turismo, Orsine Junior, o valor ainda é considerado tímido, devido ao potencial que o país tem.

Ex-presidente da AmazonasTur, Orsine Junior destaca, ainda, que o Amazonas é um dos principais polos turísticos brasileiros pelas belezas naturais que possui. “O nosso Estado é abençoado. Aqui temos a floresta amazônica, que figura entre as sete maravilhas naturais do mundo, muita água e uma fauna riquíssima, atrativos indispensáveis para atrair os turistas fãs de natureza”, disse.

Mas, para o ecoturismo avançar, o empresário destaca que o Amazonas ainda precisa percorrer um caminho com muita determinação. “Só os atrativos não bastam. Precisamos melhorar as estradas que dão acesso aos municípios, investir na rede hoteleira, no sistema de saúde, em portos e aeroportos das cidades com alto apelo turístico e impulsionar a divulgação do Estado como destino nacional Brasil afora”, observou.

Ainda segundo Orsine Junior, todas essas ações podem ser implementadas pelo poder público, um “empurrão” de parlamentares e, também, com a destinação de recursos aos municípios, por meio do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Amazonas (FTI), que conta com orçamento de R$ 1,2 bilhão. “Há recursos para fomentar não apenas o ecoturismo, mas também todos os segmentos do turismo no nosso Estado. Precisamos apenas de comprometimento e boa vontade”, finalizou.

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