Dra. Mayara solicita ampliação de leitos clínicos e de UTI em hospitais no Amazonas

A presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Dra. Mayara Pinheiro Reis (Republicanos), encaminhou requerimentos à Secretaria de Estado de Saúde (SES/AM) solicitando informações acerca da situação e do planejamento referente ao aumento de leitos clínicos e de UTI tanto para pacientes infantis quanto para pacientes adultos.


No Requerimento nº 2486 /2022, a parlamentar solicita que a SES/AM, envie informações sobre o planejamento acerca do aumento de leitos nos hospitais infantis e adultos no âmbito do estado do Amazonas. Segundo Mayara a população tem sofrido com a falta de leitos, tornado a situação vexatória para o estado.

“Temos visto que alguns serviços públicos de saúde prestados à população precisam de avanços, a exemplo do que está sendo dialogado neste requerimento, podemos citar as inúmeras denúncias de que crianças estão recebendo atendimento e suporte médico, como soro fisiológico, entre outros insumos, deitadas no chão do hospital infantil ou em cadeiras inapropriadas, pois não há leitos e estrutura suficiente para recebê-las. Esta é uma situação vexatória e extremamente incompatível com os preceitos constitucionais da dignidade humana que tanto mencionamos em nossa legislação e nos princípios reitores do SUS”, enfatizou a deputada.

Já no Requerimento n°2485/2022, a presidente, além de solicitar o aumento no número de leitos para o Hospital e Pronto Socorro Dr. João Lúcio Pereira Machado, incluiu no documento, a aquisição de equipamentos permanentes. A unidade que é referência no atendimento de casos de neurotrauma, enfrenta uma situação instável que inviabiliza o atendimento integral aos pacientes.

Para Mayara, o problema no Hospital João Lúcio não se refere somente à falta de leitos. A constatação das dificuldades enfrentadas diariamente, veio após visita da Comissão de Saúde da ALEAM ao local.

“A visita da equipe do meu gabinete ao João Lúcio, serviu para confirmarmos que o problema não está somente no número de leitos clínicos, mas também, há poucas salas de cirurgia, inclusive, duas delas estão desativadas. Equipamentos e leitos pós cirúrgicos também estão em falta e prejudicam o fluxo de atendimento. Além de aumentar o número de leitos e viabilizar com maior agilidade o giro de leitos de retaguarda é necessário um olhar mais atencioso do poder público para melhoria nas condições de trabalho dos próprios profissionais e do atendimento à população, que é a mais prejudicada ”, finalizou a médica.

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