INVESTIMENTOS EM SAÚDE PÚBLICA DEVEM SER CONSTANTES PARA EVITAR CATÁSTROFES

Ao relembrar o período mais intenso de contaminação pelo novo coronavírus e as milhares de mortes em decorrência da Covid-19 no estado do Amazonas, o ex-governador e pré-candidato a deputado estadual, José Melo (PROS), foi taxativo ao analisar a importância de destinar recursos permanentes para um setor vital. “Investimentos em saúde pública devem ser constantes para evitar catástrofes”.


Embora a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, defina um percentual mínimo para investimentos na saúde, municípios e o Distrito Federal, 15% da arrecadação dos impostos e estados, 12% , normalmente, os montantes não são suficientes para custear tratamentos e a manutenção dos centros de atendimento, assim como o pagamento dos salários dos profissionais da área.

No ano de 2015, quando Melo era governador, em plena crise financeira, ele priorizou a saúde para garantir o bem-estar dos habitantes da capital e do interior. “Naquela época, o governo investiu R$ 2,7 bilhões em saúde pública, R$ 540 milhões a mais do que o previsto no orçamento. As demandas eram muitas em todos os setores, no entanto, a saúde foi estabelecida como prioridade”, ressaltou o pré-candidato a deputado estadual.

O planejamento focado nas melhorias e ampliação da rede resultou em ganhos consistentes. A injeção de recursos adicionais proporcionou 57,6 milhões de atendimentos ambulatoriais, 115.700 internações hospitalares, 23.256 atendimentos em domicilio. “Se as pessoas com problemas simples de saúde enfrentam dificuldades para serem consultadas, as que precisam de serviços especializados muitas vezes pioram porque o estado clínico agrava por não conseguirem o atendimento que precisam. Por isso, determinei que o sistema de saúde do estado intensificasse a prestação de serviços para esta parcela da população. Foram realizados 187 transplantes de córnea; sete transplantes de fígado; 43 transplantes renais e 930.038 cirurgias”, destacou José Melo.

As longas distâncias entre os municípios e a capital assim como a dispendiosa logística de envio de pessoal da saúde para as localidades foram empecilhos superados com o uso da tecnologia. “Ampliamos o Programa de Telessaúde para o interior, sobretudo, no combate ao câncer de mama e do colo do útero assim como o número de consultas especializadas à distância”, enfatizou o pré-candidato, que por ter nascido em Eirunepé, no interior do Amazonas, sempre procurou cuidados dos moradores destas regiões.

O grande desafio dos gestores públicos para implementar as ações e projetos, em especial na área da saúde que costuma ser custosa, é o orçamento para a manutenção dos serviços com a qualidade esperada. Melo readequou o planejamento financeiro a fim de ter dinheiro em caixa para cuidar da saúde da população amazonense. “Tudo isso só foi possível por causa do regime de austeridade que implantamos, aliado aos cortes de mais de R$ 700 milhões nas despesas públicas estaduais. Enxugamos para não deixar a população sofrer”, pontuou José Melo.

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