SALTO PARA MORT3! Mais um caso de um jovem que tenta pular da Ponte Phellipe Daou; VEJA VÍDEO

DA REDAÇÃO BLITZ AMAZÔNICO

Apesar de ter se tornado um cartão postal da cidade de Manaus por onde passam moradores e turistas, a Ponte Jornalista Phellipe Daou, também conhecida como Ponte Rio Negro, está acumulando uma triste estatística, o registro de dezenas de tentativas de suicídios no local.


E a para comprovar essa realidade está circulando um vídeo em grupos de WhatsApp onde mostra um indivíduo, aparentemente jovem, agarrado à grade de proteção ameaçando se jogar da ponte caso alguém se aproxime.

Nas imagens é possível ver uma pessoa a todo momento mantendo a comunicação com o jovem, provavelmente um representante da Polícia Militar de Manaus, que tenta convencê-lo da ideia de tirar a vida. Ao término da gravação não é possível determinar qual foi o desfecho do caso.

A Ponte Jornalista Phellipe Daou tem cerca de 3,5 km e desde que foi inaugurada em 2012 facilita o transporte da população e o escoamento da produção dos municípios de Iranduba, Manacapuru e Novo Airão.

DADOS ALARMANTES,

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano são registrados mais de 800 mil suicídios no mundo, o que representa aproximadamente uma morte a cada 40 segundos. Além disso, a cada três segundos alguém atenta contra a própria vida. No Brasil, são mais de 11 mil casos anualmente.

MAIOR INCIDÊNCIA

Apesar dos jovens estarem entre os principais grupos vulneráveis, segundo o Dr. Mauro Aranha, psiquiatra e coordenador do departamento jurídico do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), é entre os idosos que ocorre o maior número de suicídios. “O risco é ainda maior entre aqueles que têm doenças crônicas, incapacitantes ou intratáveis e que, por conta da idade, perdem amigos e companheiros de vida”, revelou.

FIQUE ATENTO AOS SINAIS

Ainda segundo o Dr. Mauro, na maior parte das ocorrências, é possível identificar a mudança de comportamento que contribui uma pessoa desde a ideação (o pensar no ato) até chegar a cometer suicídio.

Ele afirma ser possível interromper esse processo com orientações e tratamento médico e psicológico. Os familiares podem e devem ajudar mantendo o diálogo e sabendo avaliar o estágio que a pessoa se encontra. “Perguntar sobre o desejo de morrer não é indutor de suicídio. Muito pelo contrário, pois quando você dá oportunidade para a pessoa falar, ela conta com uma referência de acolhimento e auxílio que não tinha antes”, conclui o especialista.



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